Meetup #21 - Devconnect ARG recap

ERC55 Meetups · 6 Aug 2026 · 1:58:12

Members of a Brazilian community group recap Devconnect in Argentina at an open meetup, noting more institutions, stablecoin designs built to survive depegs, lending talks shifting toward risk isolation, and repeated audits because AI agents now reproduce exploits. On governance, a speaker says some founders skip DAOs and launch through a multisig, while protocols focused on long-term decentralisation keep DAOs, and describes Uniswap's move as pushed by large VCs and labs wanting regulatory compliance. On privacy, zero-knowledge is called production ready while fully homomorphic encryption is seen as far off. The closing speaker describes a public-interest EVM network where her organisation runs a validator and two social currency pilots.

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From ERC55 Meetups, hosted by ERC55.

Transcript

Boa. Vou começar fazendo uma intro aqui, gente. 5000. Eh, tá cada vez mais simples aqui. A as as intros agora é a próxima é só Comic Sans preto e branco. É isso aí. Então, RC5 a gente tem esse grupo aqui para a ideia é trazer conhecimento aprofundado pro Brasil de web 3, né? A gente vê muito evento que é só business ou é só introdutório. A Sol é nossa parceiraça aí nos eventos introdutórios, mas a gente, tipo, faltava um espaço de discussão aqui no Brasil para coisas um pouquinho mais aprofundadas. A ideia foi

essa. E aí, óbvio, tipo, você aprofunda, é mais nichado, é pouca gente. Então, a nossa ideia por enquanto de impacto é tipo e é o impacto mais sniper, né? Tipo, é para ainda é para poucas pessoas, a intenção é é começar a ampliar, né? Mas a gente acha importante essa manutenção eh a come atuar em várias frentes, né? você tem ainda a manutenção do conhecimento avançado e vai ser nichado mesmo e tá tudo bem para poucas pessoas, mas você também atua em frentes, a gente atuou em algumas frentes esse ano são mais amplas, né?

Então falar um pouquinho aqui dos eh do que que a gente fez. Então, esse ano a gente teve seisups presenciais, quatro online, né? Alguns temas que foram bem legais para quem quiser revisar aí no passado a gente teve um da Lidle, cara, que engraçado, teve duas views, cara. me bom. O veio um cara da Lidle, o ente falar, explicou coisas que eu trabalhando há 8 anos em criptos não sabia, mas umas nuances de como que o mercado de relays e dos blockbilders funciona com a visão de dentro. super interessante.

Eh, a gente teve o Lauro falando de Risk 5, que foi uma outra polêmica aí no Etheré esse ano. Eh, teve o Kin lá no começo do ano falando de Kate Less também. Ele, ele quantou essa bola. Ninguém tava falando desse tema. Ele a gente trouxe aí bem no comecinho. Eh, teve um de Phoenix também aí, Phoenix aí nessas libes aí de privacidade programável. A gente teve bastante conteúdo esse ano, né? Eh, tem o seu que não tá aqui, né? Ah, não, esse tem o do Thiaguinho do Fullima Morphic. Esse foi durante a o modular.

Esse aqui o que foi durante o mod. Boa. Eh, também teve o Ricardo ex deve taquele lead lá da da Ross Parfim. Agora ele tá na manta. Deu um super overview do Etherum Consensus Leia também, foi super legal. Eh, os, lá no começo a gente biforcou um pouco, falou um pouco de AI agents, como que o Yarn tava usando AI na na no deb stack dele. Foi legal, foi legal também. Isso é nos próximos capítulos, ano que vem a gente segue nesse ritmo de Meetaps. Tem o Luiz para fazer um específico do que ele tá trabalhando lá em Open Zap, open intent bem aprofundado

assim para ele ter uma hora para ele falar. Cara, sem partindo do pressuposto, que todo mundo já sabe todo o básico e o médium, entendeu? Poder aprofundar mesmo. Eh, tem o Denis da Nethermind e o esqueci o nome dele, da Trust Wallet, que também vai ter uma talk só sobre como eles estão usando AI memory bank do cursor no dia a dia. Então, sem dos próximos capítulos sobre os temas do ano que vem.

Eh, a gente participou da da modular em fevereiro como ajudando no Racaton, em algumas talks, na tracking. A gente junto com a Ifip esse ano formou uma turma aqui em São Paulo do EDP, é o Evan Developer Pack, que foi um curso gratuito de Solidity para alunos, durou 3 meses. Super agradecimento ao Barma aí, que foi o professor que levou a turma. Eh, já temos resultados legais desse desse projeto. Algumas pessoas saíram empregadas aí, né? Tipo, um foi para o tipo Banco Pan, o Gui, o Bins, ele veio trabalhar com a

gente aqui na Podes. Eh, teve gente contratada em protocolo, teve gente que foi abrir empresa web3. Então, foi, a gente ficou bem orgulhoso aí dessa turma. A gente fez a festa de aniversário de 10 anos do Etheréum aqui em São Paulo também foi foi legal. Teve acho que umas 100 pessoas, né? Foi um evento aí >> mais >> legal de organizar, >> mais de 100, né? >> Eh, organizamos com a Intel também um dia de preparação de racatom a sol aqui.

Eh, e a gente também fez o Cor Program Brasil aqui em 2025, né, que foi ter uma iniciativa super tocada. Eu não fiz nada, foi o Thiaguinho que tocou tudo nas costas. Aí eu só fui lá aparecer na foto aqui. Eh, mas que cara super mérito aí de tipo o o core program na verdade ele acabou a gente deu, ainda bem que a gente rodou ele nesse ano, porque a foundation aí com as os desmembramentos aí em outras coisas, eles não vão mais priorizar o core program. Talvez a gente consiga puxar de uma forma meio independente, mas foi uma turma aí de avançado em criptografia programável, né? você quiser falar um pouco, Dieginho, o projeto, quanto tempo durou, eh, os

resultados. >> É, cara, assim, eh, já começar com a de trás paraa frente, foi isso que o Rob falou, a foundation continuou com o Corpogram, infelizmente que o eles pessoal que cuidava a equipe, né, que cuidava do Corpogram, foi cada um para um lado. Eh, só que isso não significa que a gente não possa fazer alguma coisa, tipo um forque dele, sabe? E é isso que a gente quer muito fazer pro ano que vem dos Fox, porque o nosso objetivo foi com esse primeiro Cor Program, foi um convite que veio deles, né? Inclusive agradecer, pô, sem palavras para Isabela que tá aqui. Ela que ela foi, tipo, sem ela é impossível isso acontecer.

Eh, e o nosso objetivo nessa, né, nessa em fazer o primeiro corprogram no Brasil foi trazer uma galera um pouco mais alto nível para formar futuros mentores para esse programa, sabe? E para continuar. Então, o objetivo a gente quer muito que continue, a gente vai fazer isso acontecer ano que vem. Eh, sobre duração pré-programa foi uns dois meses assim, correria de achar lugar, achar mentor, achar speaker e o programa em si foram seis semanas, foram seis finais de semana. Eh, foi assim muito intenso, muito top e foi um sistema de não tinha professor e aluno, era mais um grupo de estudos assim

compartilhado. Eh, e cara, assim, eu particularmente, cara, fiquei muito feliz com o resultado, tá? Fiquei muito feliz mesmo. Assim, a gente conseguiu reunir uma galera muito top. É, e é difícil juntar 20 pessoas muito boas em São Paulo durante seis semanas seguidos, sabe? Então foi um resultado que a gente ficou muito feliz e é isso, cara. Com a visão que a gente tem RC55 em, né, crescer o aumentar a barra aqui do Brasil, sabe? E eu acho que a gente conseguiu isso, sim. Então, a gente ficou muito feliz.

Boa. Eh, e acho que para fechar o ano, a gente também fez a nossa participação lá em na Recife, em Recife, né, que esse foi mais uma pegada de básico, né? a gente foi com a intenção de passar conteúdo mais avançado, mas a gente chegou lá e sentiu o o o profundidade de conhecimento do pessoal e para não ficar tão desconexo da realidade, a gente voltou para um conhecimento mais básico, né? Também super agradecimento ao Luiz que topou aí, cara, sem funding, na tipo na altruísmo mesmo ali para ajudar a galera. Pouca gente e mesmo mesmo assim

ele topou essa maluquí, o Felipe que não tá aqui também. eh, colocar o tema de web 3 em espaços que chega ainda menos, né? Mol chega no Brasil, lá em Recife chega menos, temas bolhas aí, né? Então, foi só agradecer aí o pessoal que ajudou. Eh, e a assim de novo, né? Para ano que vem a gente segue nessa pegada. Pra gente é muito importante não ter fins lucrativos, não viver disso, porque a gente consegue trazer conhecimentos em viés, né? Então não é patrocinador que que fala as toal que a gente tem que trazer, é um pouco do que a galera pede, um pouco do que vem na nossa cabeça de

olhar pro pro narrativa do mercado e falar: "Put, isso daqui é interessante". Eh, então a gente tem bastante liberdade, né, de de trazer conteúdo. O lado ruim é que a gente não tem funding para fazer muitas coisas, né? Então aqui a gente vai bem no no improviso do jazz do que dá para fazer e tal, mas acho que tem espaço. A gente abriu muitas portas esse ano com a Foundation, com outros grupos que tem interesse em colocar um patrocínio que mantenha a nossa liberdade, né?

mantenha eh o a o pelo menos a tentativa de não ter viés. Eh, mas é isso, a gente sempre com muito cuidado. A gente tá indo pro movimento de ano que vem a gente apoiar só projetos que tenham alinhamento com essa nossa visão. Então, putz, cara, se a gente vai participar num evento, a gente quer que ou não tenha fins lucrativos ou tem um portal da transparência muito claro de onde que tá sendo gastos, dinheiros de investimento, essa preocupação aí. Enfim, acho que é isso. Queria falar e agradecer todo mundo que ajudou esse 55 esse ano pra gente continuar seguindo. Mais alguma

coisa? Tegue pro ano que vem que você queira falar. Ah, cheio de coração aqui na minha tela. [risadas] Eh, cara, não. Sim, você falou bem. Eh, é continuar fazendo o que a gente tem feito já dois anos, eh, devagar e sempre. E muito e agradecer todo mundo que que contribuiu esse ano, pô. Luiz ajudou muito, Felipe, a Isa também abriu muitas portas boas e fora milhares de pessoas, não tem como falar aqui, né? Então é isso. >> Show. E aí, sobre o tópico de hoje, gente da eh a ideia é fazer um recap meio aberto, meio orgânico, o último do ano aqui de quem, tipo, a gente trouxe aqui de umas

pessoas já selecionadas para falar da do que que achou da Dev Connect. A ideia é trazer algum tema mais aprofundado, mas também se não quiser a gente deixa um espaço aberto para tipo cara, abrir o microfone, só dar uma perspectiva mais ampla do evento, vai lá o que acha outro. conversar quase um papo de bar, só que virtualmente aqui, né? Eh, mas para não ficar tão desestruturado, a gente faz essa eh a gente traz essa estrutura mínima aí, né? Então, quem quiser começar, Luí, você quer começar com a sua apresentaçãozinha?

>> Acho que eu eu posso começar. Eu falei deixa >> com o Thiago, ele ele ele falou que não precisava de apresentação. Eu só preparei algo para falar, não fiz um >> Ah, não, tranquilo. Vamos aí no J. >> Eh, mas então acho que assim, de coisa geral sobre a a Dev Connect, eu acho que para mim e para muita gente, né, acho que tá bem claro quanto institucional tá cada vez mais entrando, né? Então, tipo assim, acho que eh eu só de dev, eu fui nessa Dev Connect, na última DevC e na Dev Connect de 2022, né? Então, só fui em três da Etheran Foundation, mas eh a minha a minha percepção é que cada vez

mais eu eu vejo menos eh menos pessoas físicas e mais pessoas jurídicas, assim, no sentido de mais eh instituição mais web 2, assim, que quer tá entendendo mais eh eh de de de trazer crio. e e também eh tudo cada vez mais abstraído, né? Então, cada vez menos a gente tá vendo a a o a o baixo nível ali de contato inteligente e tudo mais. É bem coisa em eventos mais nichados e cada vez mais o alto nível de como eh atrair mais usuários, abstrair ao máximo

cripto, né? stable coin principalmente. Acho que todo mundo tá falando disso, mas de uma maneira que o usuário final acaba nem sabendo ou e vende stable o que é o que é bom, né, para para eh para escalar mais assim que não tem tanta necessidade. Mas eu como como dev acabo a eu eu também gosto de ver as coisas técnicas e acho que a gente vê eh menos disso, eu acho. Mas aí falando de coisa técnica, né, eu vou falar, eu fui em alguns eventos lá, o que eu gostei muito tecnicamente foi o Solite Summit. Então, para quem tá acompanhando aí, inclusive a linguagem ah, vai mudar, né, tipo

assim, tem toda essa discussão de mudança eh do Solidity, eh nada que eu acho que vai acontecer no curto prazo, né? Então eu eu trabalho na na Open Zep, a gente tá tá por perto de disso, né? E e daí tem uma tem um meetap tem um meetap público toda semana, se alguém que tiver tiver interesse até em ver de como tá a evolução do que eles chamam de solite core. Agora >> depois compartilha aí. Top. Não sabia não. Top. >> Tem. Eu tenho, eu não tenho n FAS aqui não, mas eu consigo achar. Eu, eu, eu, eu posso te mandar é público. É, eu mesmo não fui, mas meu, meu, meu chefe acho que ele tem ido toda semana eh para ver como é que tá a evolução do do Solid

Core, as mudanças que vai ter. Eh, eles não deram nenhuma data, né? Então, tipo assim, toda a programação do Solit Summit foi muito sob dois pontos, né? Acho que segurança, né? E também a parte de de novos, tem muita gente fazendo novos compiladores. Eu vi pelo menos três linguagens lá. Isso é esse mesmo. Eh, e daí, tipo assim, teve pelo menos três, duas, três novas linguagens lá que as pessoas estavam estavam olhando. Tudo seguindo mais ou menos o mesmo caminho, que é um caminho de Rust Like, né? Acho que a o solite core vai ser uma linguagem muito mais próximo de Rust.

Exatamente. Do que do que hoje em dia o Solite é meio que um JavaScript ali meio tipado. Eu parcialmente gosto, eu acho bom. Eu sou fã de Cairo, então para quem não conhece, Cairo é a linguagem de programação da Starknet. Eh, eu acho que vai ficar no fim, [risadas] no fim, eu acho que Solit vai ficar muito parecido com com Cairo e talvez com outras com com linguagens tipo Rust. Eu espero que isso melhore a questão de segurança, né? Porque isso é um ponto, acho que ultimamente a gente tem visto muito ataque assim e daí e e lá eh e também no Solit Summit, um dos

tópicos foi como também usar AI paraa parte de segurança. Teve uma parte bem legal da Certra lá que falou sobre um agente de IA que transforma, porque às vezes a gente tem uns códigos para otimização, a gente usa assemble, né? E não, e isso acaba perdendo muito readability, né? Então fica fica um código muito difícil. Eh, e de daí como transformar isso num código um pouco mais readable, mas ainda assim eficiente. É, então essa ter esse esse tradeoff de eficiência com segurança, eh, foi um tópico e como que AI pode ajudar nisso. Então, acho que tecnicamente, né, a gente tá vendo essas

mudanças aí, eh, realisticamente não acho que vai ter nada em Mainnet em menos de 2, tr anos. Eh, tipo assim, a linguagem, eles não tm nenhuma previsão de quando que essa linguagem vai estar nem em beta, muito menos quando que ela vai tá em produção. Então, é tranquilo, mas fiquem tranquilos que quando tiver a o Zeplin vai ter uma library, então a gente tá tá de olho nisso. Mas acho que é isso. E também, né, agora não eh não tão abstrato, né, eh eu vi muita coisa com a de interoperabilidade eh antes da Dev Connect. Eu também participei da Ed City ali nos últimos dias no a gente teve o Open Intense Framework que eu tô trabalhando. A gente

fez um evento lá na Patagônia com algumas pessoas da Etum Foundation e com mais alguns times. Eh, a gente acabou de de fazer o primeiro release agora do Open Temps e e muita gente tá e assim muita gente muito interessada assim, inclusive mais do que eu imaginei, né? Porque eu trabalho no código, às vezes eu nem sei se tem alguém de fato me mexendo, mas tinha. E tinha uma galera eh já usando assim, a gente fez o do Sver e teve o primeiro primeira resolução de de um intent open intent lá. Então a gente já tá começando a ter svers assim. Eh, e aí isso tá, acho que tá no foco da um dos

focos da Etherum Foundation é essa interoperabilidade, principalmente para novas layer do, né, que às vezes entram num long tail ali que não tem muito eh não tem muito eh nenhum protocolo grande de breed às vezes tá deployado e e o open pode dar uma solução de zero assim para para uma para uma L2 já ter bridge. Então acho que essa parte de interoperabilidade teve eh também a gente falou meio que uma discussão de o de opening tents versus o IAL agora que a Etherum foundation tá nos dois. O IAL é o Ethereum Interop Layer que é básic é

parecido com o Intent, né? Mas basicamente um problema de problema de intente é que a gente tem sovers, né? até o hobby aí, o e o o papel já falei com o papai sobre eh resolver algumas rotas, né? E você precisa de que um que um solver faça isso e você acaba perdendo um pouco de de privacidade e também acaba tendendo para para um pouco de de de um sover só controlar muito a rotas, né? Então o IEL ele tenta também resolver um pouco disso em que o ele trabalha com vouchers, né? Então tem uma, mas é que o I não tá muito ainda, tá num estágio bem inicial, então não

tem muitos detalhes ainda, mas é essa diferença de como a Etherum vai resolver a parte de interop com o if com com intent ou com II que foca mais em account abstraction e como você usar várias chains com account abstraction e com eh e com os vouers que ele chama, né? Então acho que eh o que eu peguei muito da da Fconnet essa parte técnica foi principalmente isso. Eh, privacidade também, né? Uma coisa que tem se falado muito muito também e de como eh e de como usar isso na prática, né?

Porque acho que ainda não é algo que tá tá resolvido. Muita gente tem falado, mas ainda tá tá procurando e e muitos protocolos estão lançando agora, né? A Zama vai entrar em Minet logo, a Astag também e a gente tá de Acho que é isso, minha pequena contribuição. >> Tu acha que esse nome Solite Core deve ser Solid Core? Ah, é sei lá, não sei. Eu acho que eh um destaque que eu vi na Dev Connect, cara, difícil dizer assim, eu que eu é porque eu talvez olhei mais para essa parte técnica, né? Então,

eh, eu acho que de lançamento assim foi o IA e como que a Etherum vai focar inteira probabilidade agora que eu não que eu não sabia do I, por exemplo. Então, foi uma eu tô trabalhando o IF e eles me falaram do I lá na hora. Eu eu eu fui descobrir lá. >> E sobre esse ponto, Luiz, entendi que a uma das dores que o Intent Framework resolve ou IF, né? open eh que você falou, né, para long tail assets aí ou long tail bridges que não tem não tem ninguém que se propôs a construir uma bridge para certo asset, você já tem um algo canônico ali, né?

>> O EL ele tá resolvendo essa mesma dor? >> Hum. Não, não, porque assim, ele resolve também, mas não acho que não tem esse foco assim, sabe? Porque nele você precisa do do operador, tá? Na tá, porque você precisa que que o usuário faça assinatura na nas duas chains, sabe? Então, não acho que é o foco deles disso, não. Acho que o foco deles é mais não, né? é tirar um pouco da do da monopolização que os sovers tem, porque isso gera um problema. Se você for olhar as rotas mais líquidas,

você tem pouquíssimos sovers, porque um sover muito bom, ele vai monopolizar ela. Então, acho que o Ia ele tenta mais tirar um pouco esse monopólio e ser um pouco mais descentralizado nesse sentido. Acho que essa é a diferença, porque ele tira o do caminho. >> Boa. Valeu. E última pergunta também, é uma curiosidade que eu tenho, não queria ouvir sua opinião. Essa semana rolou uma trad no Twitter, não sei se você chegou a ver, é mais no nível de consensos layer ali, eh, execução layer, pessoal criticando o mercado de relay, tem pouco incentivo, não tem um economics muito fechado para

ele. Você chegou a ver isso? Hum. Eu acho que não. Acho que não. Mas é, mas eu já ouvi isso. Isso de que tanto é que eu eu não sei se mesmo os svers grandes, eu acho que eles não geram profit hoje ainda. Hoje ainda mesmo para intenta, é uma um questionamento de como que essas networks elas vão gerar lucro e é meio que acreditam no longo prazo, que hoje em dia ainda não gera muito lucro não. Eu aí acho que gera prejuízo, inclusive. Boa.

Eh, pô, valeu. Alguém quer ir próximo ou eu pego aleatório aqui? >> Ninguém foi. Boa. Tá bom. >> Não, vai lá, vai lá. Pode ir, pode ir, pode ir, João. Vai lá, João. >> Cara, então eu encontrei o o Rob lá no no stand do da do Dev Connect. Pô, fiquei felizando saber que tinha um grupo assim que, né, focado em discutir cripto aqui no Brasil e tal. Pô, cara, bem bem massa assim de de tá participando aqui. Eh, cara, eu acho que a a eu escrevi umas coisas aqui que eu achei que era legal de compartilhar e eu acho que vai muito na linha eh do que o Luís compartilhou, assim, eh eu percebi

lá uma uma baita profissionalização assim de de DeFi. Então, eh, hoje eh pô, né, é tá se tornando claramente tipo uma infraestrutura global de pagamento e tal. E isso traz uma série de mudanças na forma como a galera faz o design de alguns sistemas, assim, né? Eh, tipo, o foco ele sai da questão de garantir API, garantir retorno e tal e ele vai mais para robustez, confiabilidade, eh, garantir que o sistema ele é robusto contra crises, que o negócio não vai quebrar, né? Eu acho que o, inclusive, a participação do capital mais institucional assim traz esse essa preocupação eh para pros protocolos da rede né?

Eh, eu, enfim, eu percebi isso muito no landing, né, na parte de landing, assim, eh, né, tipo landing. Antigamente, quando a gente via uma palestra de landing, a galera geralmente focava em eh, long to value, né, tipo, ah, como é que faz o risk factor, como é que faz o design desse negócio? E hoje, eh, tá mudou mudou um pouco o discurso mais para gerenciamento de risco, assim. Então, ah, como é que a gente isola os mercados para garantir que se um token der peg, eh, cara, não vai quebrar o protocolo inteiro de landing, quebra só aquele vol especificamente. Ou, por exemplo, ah, como é que a gente faz para eh criar um marketplace de risco, né?

Então, por exemplo, AV4 lá criando um hub de liquidez e, pô, vários protocolos diferentes podem se plugar aquele hub de liquidez ali criar seu seu spoke com um parâmetros de risco específico que não comprometem a a liquidez da ave como um todo, né? compromete só aquele spoke específico ali. Eh, então essa foi uma, né, e também discussões nessa parte de landing, assim, eh, sobre como garantir empréstimos que não são overcollateralized, né? Então, tipo, ah, sei lá, como é que faz um sistema de reputação, né? ou como é que você faz para usar a RW, como é garantia de empréstimo. Acho que são são coisas que

estão surgindo assim, eh, que vão vão começando a aproximar esse mercado de landing no na cripto do mercado tradicional de landings, eh, no mundo, né, tipo num banco mais tradicional assim. Então, foram movimentos que eu achei interessantes de ver. Eh, também eu vi muita discussão sobre fragmentação de liquidez, assim, eh, né, um monte de chains surgindo e e a liquidez fragmentada em várias chains diferentes. Eh, e como é que você resolve isso? E aí vem esses esses sistemas de de solvers e tal, né? Tipo, pô, uma galera tratando a fragmentação de liquidez como um problema de solver mesmo. É, vem, sei lá, tipo, um sistema como é Aqua, One inch, né, da One inch

ou tipo Superposition da barter, é, tentando fazer tipo, ah, né, esses eh eh tentando fazer com que o usuário nem precise colocar a grana dele da wallet no no sistema e para fazer trade, né, e você bota um approval lá e e teu token tá automaticamente participando de várias pools diferentes. ali que você escolhe a estratégia e eles escolhem qual que é o melhor eh coach, né? Tipo, enfim, alguém vai lá, tenta trocar no na tua liquidez e ele escolhe qual que é o melhor jeito de de, né, como é que vai te dar mais lucro e tal.

Eh, acho que tem eh essa questão de tipo eh a calap também eh né, que tipo trata essa questão de fragmentação de liquidez entre protocolos como solver, vai lá, busca várias vários protocolos diferentes, vê onde é que tá o melhor preço para fazer troca. Eh, enfim, eu achei isso legal e também a questão de tipo essa essa cross chain eh sem custódia, né? Sem eh que eu achei bem bem interessante também assim, eh que é justamente isso, né? Deixar abstrair o máximo possível esse negócio de de chain eh do usuário final. Você poder fazer um

swap de um token num num lugar para um token, né? de Etherium por um token na base. Eh, e de uma maneira um pouco tipo mais atômica assim pro usuário e e enfim, com várias camadas embaixo ali que o usuário não vê. Eh, e cara, eu acho que também tem essa questão das stable coin que o Luiz também trouxe, né, que é tipo agora é é o negócio do momento assim. Eh, stable coin foi um negócio interessante de ver que saiu um pouco o foco do peg e o foco foi para robustez também. Então, tipo, cara, como é que uma stable coin suporta uma crise do mercado onde vai haver depeg e como é que ela garante que essa

stable coin não vai espiralizar ali o preço e ser, enfim, e os usuários se, né, que quem tem a moeda morrer com ela na mão assim. Eh, então vários eh questões assim de design, como é que você faz o redemption pat eh para garantir que, né, tipo, pô, quando o teu token tiver depeg, cara, os usuários que quiserem sair dele vão ter um caminho para trocarem por um outro ativo, eh, seja ele um ativo, umc da vida, uma outra stable, ou seja ele em Fiat mesmo, né? Mas em geral uma outra stable. Eh, e como você faz isso, né? tipo, quanto tempo você vai demorar para dar a grana pro usuário e tal. Tipo, esses essas questões de discussão de de design de

redemption path que tornam uma stable coin mais eh menos menos arriscadas assim de quebrarem num num numa espiral e e mais robustas a depeg cres. E eu acho que de novo, o capital institucional traz muito esse esse ponto para stable coin, assim. E a questão de privacidade, que também eu acho que tem um baito incentivo de capital institucional, assim, que eh essa questão de o pessoal ter que ser, né, tipo, quando você vai desenvolver uma solução paraa instituição, você tem que ser compliant, mas você também tem que garantir privacidade e e como eh essas tecnologias de zero knowledge estão trazendo isso assim, né?

Eh, e fora que tá muito mais fácil de você usar a o atrito para você implementar soluções zero knowledge, né? Tá diminuindo. Eh, então é isso, assim. É, foram as coisas que eu percebi de lá mais focadas em DeFi, assim, que é mais a a área que que eu atuo assim, e que eu achei, pô, muito interessante de ver as palestras nessa, nessa pegada assim. Eh, enfim, acho que era era o que eu tinha para falar assim do que eu percebi lá. >> Bom demais. Tem uma pergunta no chat do Ale para você, >> do Alex, que é o

>> Hã, o Ah, sim. Pois é. Eh, é o, é o neto IF ali do do AM de approval ou >> isso? >> Tá. É, então esse eh esse essa eh novo design, né, que esse é um m de approval, invés de você proveridez, ele é interessante que o token fica na tua custódia. Eh, por outro lado, ele ele não garante liquidez para token long tail, assim, ele é bem complementar e tradicional assim, né? Então, eh, ele ele é muito bom para alguns tipos de

token, eh, mas tipo ele ele requer um pouco mais de eh volume de transação e ele, tipo, ele em geral é mais utilizado eh ele tem os riscos de smart contracts que que ainda é muito novo assim. Eh, então, por exemplo, os os soluções tradicionais de mm, né? você pega no swap, você pega eh a própria balancer, apesar da gente ter tido um probleminha aí, um problemão, na verdade, mas eh que já passaram por um battle test assim, né? E agora você tem novas soluções chegando que que vão passar por esse battle test. Então, eh tem esse risco de smart contracts ã e tem essa questão de ser uma transação muito mais complexa, de você

ter que calcular ali todas as possibilidades possíveis de você trocar o token, saber qual que é o melhor caminho para você trocar. no EM esse negócio é um pouco mais straightforward assim, né, e mais transparente pro usuário. Eh, enfim, eu acho que cada, né, os sistemas eles vão se complementando assim. Bom eh seu caso, >> eh, você que tava aí nas trincheiras aí do do balancer, né, e de tudo que aconteceu, eh, qual que é a sua visão para onde que a gente tá caminhando em relação à segurança, né, de smart control, tipo, cara, você pega um protocolo tinha anos e mais de 10 audits e tal e aí acontece um negócio desse,

o o medo que abala, né, de tipo, e aí a gente vai ser sempre assim. A gente vai estar sempre nesse nesse medo constante de interagir com tipo, como que tá sua visão em relação a esse tema? Cara, eu acho que eh eu acho que teve uma essa essa questão do battle test, né, que eu acabei de falar, eh ela tinha muito peso antes, né, de você dizer: "Cara, pô, se meu protocolo aqui tá rodando há 3, 4 anos, ele nunca foi atacado, então não tem vulnerabilidade."

E eu acho que essa é uma visão que tá mudando, porque as ferramentas para analisarem a vulnerabilidade dos dos protocolos tá mudando muito rápido, né? É, tipo, com uso de AI para você identificar ataque. Eh, eu tava até vendo um artigo, acho que ano passado com agents, eh, 2% dos exploits que foram realizados no ano foram identificados por agents, assim, que não não, enfim, eles foram treinados até o final de 2023 e eles conseguiram identificar 2% dos exploits de 2024. esse ano, né, tipo, agentes treinados com os exploit até 2024, eles conseguiram atacar, entre aspas, 55% dos ataques desse ano, eles conseguiram reproduzir. Então, tipo, o negócio tá

evoluindo muito rápido. Eh, então eu eu acho que caiu por terra esse conceito de battle testado só em tempo. E tá surgindo esse contexto, esse conceito de putz, a gente sempre reauditar contratos, mesmo que eles estejam antigos, mesmo que eles já estejam lá, cara, se tem capital relevante rodando neles, a gente vai auditar de novo e de novo, de novo. E tipo, é uma uma eh um audit constante com novas tecnologias que vão surgindo, né? Então, eu acho que, cara, a gente tá indo um pouco por esse caminho assim, eh, de não auditar uma vez só e depois que tá playado, eh, enfim, dizer: "Não, beleza, já foi auditado, tá lá, agora tá

rodando, não vamos mais se preocupar com isso. Eh, tá rodando h x anos, não precisa se preocupar". Eu acho que esse caiu por terra esse conceito, assim, a gente mesmo agora tá reauditando protocolo inteiro, tudo de novo e e daqui a pouco a gente vai fazer tudo de novo. Eu acho que tá indo por esse caminho. Eh, eu achei também interessante o que a AV fez, ainda não sei como que eles vão implementar, eh, o lance de tipo um seguro assim, primeiro que eles tinha aquele safe mod, que eu já acho interessante esse conceito de minimizar danos, né? Tipo, você tem alguma coisa ali de você vai fazendo um buffer de segurança para esses eventos catastróficos, né? Mas esse ano eles anunciaram para wallet deles, que eu não sei como que eles vão

fazer isso, aqueles seguram até 1 milhão de dólares por usuário, né? Não sei se eles têm dinheiro para dependendo do número de usuários, se isso vai ser temporário. Chegou isso algum tipo dessa tipo de discussão para vocês aí? Tipo essas caminhos que não sejam só o audit, né? Caminhos que sejam tipo: "Putz, e se acontece? Como que eu reduzo o dano, né? Eu sei que seguro experiência própria que nossa, a gente já teve, já foi no papel de ter smart cont próprio e foi procurar seguros fora do Deffy, tipo desde Nexus Mult um tipo de insurance chain até seguradoras tradicionais, né, resseguradoras e risco de smart é um negócio assim que quase ninguém, a gente na época não achou ninguém que fazia que

tava a fim de topar o risco, né, no mercado tradicional. Tipo, fora o audit, vocês têm discussões dessas mitigações, né? Cara, a gente tem, eu sou mais, eu sou mais deve assim, né? Então eu não tô eh tão próximo da galera de negócio, mas por exemplo, hoje se você entra eh eh a gente tem essas instruções, tem um um outra empresa já de Dex, eh, que eu vi ess dias atrás lá, foi bem engraçado, assim, a gente tava discutindo sobre uma solução, a gente falou sobre Nexus, eu fui ver o que que era Nexus e fui ver, tem um, eh, uma empresa de e eu acho que é fluid, eles têm lá no na interface deles falando: "Cara, ó, temus mutual aqui, que é uma seguradora, Se você

quiser, ah, não, perdão, acho que é file, se eu não me engano. Enfim, uma dessas empresas já tem lá a seguradora na própria UI dela. Você entra, você fala: "Ah, cara, esse ativo aqui que eu dei landing e eu quero fazer o segur dele". Foi Natal F. Então, tem eh essa discussão tá rolando. Eu eu eh só não sou de negócio, então eu não consigo te dizer que caminho que a gente vai, né, tá tomando, mas eh a gente tá avaliando tudo que tá relacionado à segurança. Sim. Eh, eh, acho que o nosso foco agora em especial é garantir que tudo que tá rodando é seguro, mas, eh, enfim, acho que tem vários caminhos que a parte de negócio lá tá tá considerando que eu não realmente não tenho informação de tudo.

>> Legal, pô. Boa noite, J pela participação e espero que a gente também ano que vem faça uma só focada aí em algum tema que você queira trazer mais da mais profunda aí uma hora. Tá convidado aí pro ano que vem participar de algum meetap. >> Pô, bem legal assim, bem bem legal. Valeu mesmo. Eh, não, para mim é um prazer desusão tá tá aqui ouvindo inclusive. Bá, anotei um monte de coisa que a galera falou ali que eu quero pesquisar. Eh, bem legal. >> Show. Próximo. Quem que tá ruim de que tá tá ruim de tempo aí que vai precisar sair mais cedo? Se alguém quiser se propor. O Alex chegou quer falar, >> cara. Cara, posso falar? Eu tenho que sair daqui a pouco também que a gente tá

em confraternização aqui de final do ano do time, então tem que dar uma agilizada aqui também. É, >> cara, eu já queria engatar na real nesse assunto do que o Brunão lançou aí, que é a parte de risco. Eh, porque a balancer ela tem uma característica bastante interessante também, que a DA e o protocolo é controlado por uma multissig e não e não uma DAL. E isso é tipo uma DAL no sentido de um contrato um chain de governança. E isso é muito muito bom porque tem dois aspectos na verdade, né?

um um é de descentralização que pode surgir mais por conta de questões regulatórias e tal, mas outra é da parte de não existirem tantos riscos eh de governança, né? Porque tipo, esse é um um outro tópico que o tópico que a gente abordou com muita força assim, né? Que é essa questão do risco a nível de governança, a nível de implementação de contrato e tal. E eh basicamente esse foi o highlight para mim, foi trazer esse awareness pro pro contexto, sabe, para ecossistema. Então, foi esse meu meu meu meu objetivo e o que o que eu vi que eh as pessoas também viram como um

grande problema, sabe? Então, foi uma coisa uma coisa interessante assim de de compartilhar. >> Inclusive, Alex teve retweet do Vitalic, né? >> Pois é, cara. Isso aí foi uma parte da surpresa. Gravar. >> Sim. [risadas] Pô, total, esse momento foi muito legal porque ele postou um artigo sobre foi o trustless manifest, né? Então, a ideia, o manifesto de que a gente deve continuar construindo eh sistemas que são de fato com que não precisam de confiança para funcionar, né? A confiança, tipo, ela é mais matemática, ela é mais econômica, ela não é eh no sentido de confiar um uma entidade, um

ator, um uma organização ou uma pessoa, né? Eh, e aí alguém alguém fez um retweet perguntando: "Tá, mas como é que a gente vai garantir que isso vai acontecer?" tipo quem que tá puxando e verificando eh eh como que a gente tá progredindo nesses standards para ser trustless. E aí ele foi mencionou o antiapture, que é o que a gente tá também fazendo, eh que que é o o que a L2 bit fez para o sistema, né? A L2 Bit fez esse papel muito fera de puxar as L2 pra frente e e fazerem elas prestarem conta sobre a promessa de segurança e de centralização pro pro usuário, né?

Então, nesse mesmo sentido, o ante capture ele ele ele faz isso com as com as DAs, com com o nível de governança, né, que é um outro risco. E e como o João mencionou, essa questão dos agents, né, os agents conseguindo puxar mais dado, conseguindo entender de distribuição de de token, de entender outros casos, mais de 30 casos, 400 milhões de dólares já foram roubados com com ataque de governança. Então eles fazendo essa reconstrução de entenderem esses ataques, daqui a pouco os agents também estão olhando para essa para essa área assim. Então esse esse insite que o Bruno Bruno traz os agents é extremamente interessante.

Muito legal. E como que você tá vendo a evolução de D no sentido? Assim, vou jogar alguns temas aqui que eu tenho curiosidade, né? Tipo >> Uhum. Eh, tem algumas delas, se se a gente for olhar lá 5 anos atrás com sintetic aí começando esse movimento, tal, não sei o quê, Maker D, D foi uma para muitos protocolos, uma justificativa regulatória >> de eu conseguir não ser processado pela SEC, né? Para muita gente foi isso, com uma promessa de que, tipo, no futuro isso realmente eh você vai conseguir ter uma governança. OK. e tal, mas tem muito protocolos, tipo o próprio Etheréum que não tem uma governança um chain, que é um social

governance aí de tipo de consenso, né? Como que você tá vendo aí o o panorama de D? Você acha que a gente tá você, tipo, eu não acompanho esse mercado, então, tipo, se você puder trazer bons exemplos, coisas legais que você viu com se movendo. >> Claro, cara, eu acho que eu vou citar rapidamente aqui uma tradiz aqui esses dias, que é justamente sobre essa essa narrativa do crypto Twitter e do ecossistema como um todo, falando tipo, ah, daas estão estão mortas. Eh, e na minha opinião, isso é uma visão assim de muito curto prazo, porque eh assim como você mencionou ali, tipo, as DA elas existem várias delas muito mais por

questões regulatórias, né, para fugir de risco e tipo liability e tal. Então, sempre foi meio que um um só um escudo, né? Eh, e aí outras também, pô, depois elas elas foram falhando e testando esse modelo e algumas ficaram muito políticas, né? Ficaram muito tipo lentas as DAS. Então, agora a gente também vê essa questão de eh founders fugindo do modelo de criar o modelo de de D, de governança, eles já vão direto para algo que tipo ah, não precisa de D, lança mais o o token ali, o produto e tipo vai via multisig.

Eh, e outras que ainda estão investindo nisso porque elas vêm que no longo prazo pode ter um risco regulatório, né? Então, digamos que, sei lá, daqui a 3 anos, eh, o governo dos Estados Unidos não tá mais tão amigável com cripto e aí, tipo, começa de novo esse risco eh de legal mesmo, né? E aí os times vão tipo do nada procurar a de novo. E então o resumo da história é protocolos que estão preocupados com longo prazo e que se preocupam mesmo com a descentralização continuam puxando a questão de DA, só que eh entendendo como se tornarem mais eficientes, tipo criarem estruturas de de tipo

operacionais ali, tipo a OPC, a Balancer tem uma OPC, eh tipo um uma entidade ali que tá mais no dia a dia operacional da da DAL, assim. Então é assim que tá evoluindo e em termos de tec, cara, tá evoluindo bem menos do que eu gostaria assim pra indústria. Acho que é uma coisa que a gente tem que evoluir bastante. com o Arturo. O Arturo aí já trabalhou na Tal também, acho que tem bastante experiência para >> É, eu eu tive uma mini reunião lá com o pessoal da TEL que eu encontrei com eles e aí ele perguntei como é que é que tava lá e basicamente a a demanda por eles ajudarem a porque eles tinham um serviço paraa instituição, para empresas que queriam criar propriedad e tals, falam que deu uma diminuída meio que bruta

assim, justamente por causa desse negócio político de da SEC e tal, dessas mudanças. E eles deram uma pivotada por enquanto para ajudar mais em eh eles chamam de token institucionalizado, eh os cebocon institucionalizado. Então eles deram uma voltada para prestar esse tipo de serviço por agora, mas eles ainda acreditam nessa tese de DAL, mas porque os os maiores produtos que estavam sendo lançado há um tempo atrás, como a Arbitrum, a saiu agora a Mona de Warmhle e etc, a gente trabalhou com todo mundo lá, só que depois que teve essa mudança de não ter o o problema per si institucional, a galera

que já tem o dinheiro para poder fundar a empresa não tá querendo gastar tempo na parte técnica. técnica de D, né? Mas prov é provável que no futuro venham a ter que pivotar também. É, não deixa de ser uma tecnologia já existente que funciona, né? Mas realmente é bem é bem burocrático mesmo. Eh, nessa parte de velocidade, eu até trabalhei num projeto, participei, fiz uma uma biblioteca junto com o Denison, que é o CEO lá, que eles a gente chamava de optimist optimistic, que era um modelo duplo, tinha um um quórum menor e um quórum maior. E dependendo do tipo de votação, um podia vetar o do outro. Eu não lembro qual exatamente que era o o que vetava. Eu

acho que o que vetava é o é o menor, é o optimist é o o optimista, optimista, que é o menorzinho, consegue vetar as mudanças do maior com votações rápidas, coisas assim para evitar problemas grandes. Mas eh era mais isso. Um podia usar NFT, outro podia usar token, era uma representação mais como um comitê de segurança. O árbitro implementa de certa forma isso. Eles têm um comitê de segurança e um outro comitê, eu acho. Mas é mais isso. Eh, infelizmente parece que deu uma esfriada por enquanto no tópico, mas não morreu não. Eh, ainda tem gente usando, eh, porque querendo ou não, como o Neto falou, tem muito dinheiro ainda nos na tesouraria das DAS, os protocolos ainda

rodam, né? Compound, aia tem, então tem que ficar de olho na eterna vigilância. >> Não, é absurdo, galera. é absurdo o risco de governança é é tipo é algo que precisa ser evoluído bastante assim na indústria. >> Eh, eu ia fazer uma uma pergunta se vocês estão acompanhando essa discussão da Avilabs contra a Vidal, o que que eles estão fazendo, se vocês têm alguma opinião e também com com a com a UnisAP, né, que agora tem a proposta de meio que mergiar as duas aí de de alguma maneira.

Eu acho muito interessante ver as duas coisas acontecendo ao mesmo tempo. [risadas] É muito doido. Tipo, é o tipo de fato que você esperaria vir em tempos diferentes assim, mas tipo, ver os dois ao mesmo tempo é é muito interessante. Eh, eu não sou tão próximo do contexto da da ave e [limpando a garganta] tipo assim, para você entender de fato o que tá acontecendo Nadal, é só estando Nadal, cara. [risadas] Porque o que que o que que acontece no crypto Twitter que a galera discute ou às vezes até no fórum, tipo, hum, não são às vezes as preocupações reais assim

ou tipo não são profundas o suficiente às vezes, sabe? Então, eh, eu não tenho uma opinião porque eu não tô no dia a dia da ave, tá ligado? E na UNISUAP é muito claro que é um movimento de grandes VCs e labs, querendo mais tipo eh eh compliance regulatório, né? Tanto que eles até adotaram uma estrutura nos Estados Unidos de de DA, que se chama Duna. Eh, e para eles é bom. Para eles é bom, porque é um um pumpnomic, digamos assim, né? Eles estão fazendo, tipo, eh, tentando fazer o token se valorizar mais através de buybacks. Então,

e e alin alinhando o o Labs junto com a DAL pra gente para tipo construir junto assim. Então é é um experimento no final das contas a gente vai ver o que que o que que vai dar mais certo. O Labs meio que adquirindo a foundation, não é? Meio que talvez a Uniswap acabando com a de centralização de alguma maneira. >> A verdade é que nunca foi descentralizada. Essa que é a verdade. A verdade é que, tipo, os investidores e times têm os tokens e, tipo, eles poderiam usar o poder qualquer momento, só que eles não usam por conta de eh questão regulatória, ability mesmo.

Eh, essa é a é como a gente olha pela perspectiva de de crua, né? Tipo, essa é distribuição de token, é tipo é isso que você pode fazer com os tokens. Então, o acho que é isso, assim, eu acho que é mais um alinhamento de incentivos para para que não se crie um equity mais valioso do que tipo token, para tipo manter os incentivos no token. E aí avabs é tipo, é você tem o token AV e você tem AV Labs que tem o seu equity e agora tem tipo a sua receita. Então é é um são principalmente é a pressão dos investidores assim.

Não sei se o Arturo tem alguma coisa adicionar também, porque estando dentro da talha é muito interessante também. Pior que eh eu realmente não tenho muito dizer além do que você já disse a é mais um pedido de quem tem o capital mesmo investindo no produto, querendo retorno mesmo. Fora isso não tem muito. Mas eu acho que é uma uma jogada de ganância, porque se a estrutura já funciona, é uma questão de esperar para ter o retorno de fato. >> Uhum. E que que você tá vendo de modelo, tipo, o que que você acha que tem é um benchmark muito bom assim de D que que tá funcionando bem e que pode ser igual foi o Mercerd no começo, né, que foi tipo o grande exemplo.

>> Uhum. Cara, para mim é eu vejo o árbitro experimentando bastante, sabe? Eh, eu eu acho que a experimentação ela é bem importante, ela é custosa também. A arbitron, tipo, investe bastante nisso. Não quer dizer que no final é descentralizado. Eu acho que não é, mas o experimento, tipo, o jeito como eles estão encarando com seriedade o experimento de governança, isso é bem bem interessante. E aí agora eles estão começando a ter mais essa estrutura de de operar mais como uma empresa e menos como só uma DA, né? tipo mais focado, mais direcionado.

Então, é interessante. Eh, mas eles têm investidores, têm Vic e tal. O NS é um dos poucos protocolos que não teve vcis, né? Então, eles são menos controlados por investidores. Eles são, tipo, eles ainda têm muito controle do o o time ainda tá muito presente na visão, né? Então, eh, são founders que puxam mais paraa descentralização. É, é o ecossistema que preza muito pela descentralização, por exemplo. Então, também tem essas diferenças culturais. E aí de modelo de governança, eu vejo que eh a Arbitrum e a Optimism são as que mais experimentam, assim.

>> É, >> animal, valeu demais aí pela participação. Tem mais alguma coisa que você queria trazer? Cara, acho que eu eu tomo numa parte muito nichada, [risadas] que é a governança. E sincero, tipo, governança é é meio difícil de ter muitas mudanças porque as pessoas são são cautelosas, né, com mudar, tipo, a a estrutura, tipo, é meio admin, né? Então, as pessoas não querem mexer tanto no admin, tipo, é de alto risco.

>> Então, como eu fico, eu fico saindo em em papo de governança já [risadas] é isso que eu tenho novidade. >> Eh, o o Yaps foi contratado para poder fazer o o parc Ast, que é o o leilão de token da AT. Ele é >> ele ele rola em múltiplas etapas. E aí eles t algumas, não vou lembrar aqui agora, tem dá para achar o toque, foi falado na Norcon, né, na conferência do Noar, eles falaram desse apesar de ser isso ali, deixa o contrato foi falado na Noar porque a Stech Network lançou durante o e o Dev connect, né, o mainnet e o leilão foi

feito pela Uniswaps, o contrato do leilão. que ele basicamente tem múltiplas etapas e você faz meio que um intento, uma, você coloca que você, quanto que você quer pagar e o quanto de token que você consegue receber. E eu achei do Eu tirei algumas dúvidas com eles lá durante a palestra e é muito bacana a forma que eles vão fazendo. Eles vai vai desenhando um gráfico de tensão de acordo com quem entra. Ele recalcula quantos token pode distribuir para cada pessoa e isso vai fazendo com que o preço ele eh não não exploda e não caia tão rápido de forma que o pessoal pode comprar tudo no início e depois dampar no final. Então tem uma toda uma certa proteção de valor para poder garantir que quem quer realmente participar do sistema de uma forma mais saudável, digamos assim, é

coequista, né? E inclusive tem uma, eu vou ver se eu acho a trad aqui, eu posso mandar o link ali do a galera explicando e o o dono da o dono da Unisap lá, o CEO, ele [tosse] ele retou, >> eu compartilhei o link aí, >> é do leilemão, mas o leilemão já acabou, eu acho. >> É da documentação do do tipo de leilão. A balance também tem umas PL de LBPS ali também super interessantes, né? São tipo uma outra tec que a Tali recentemente também usou de de distribuição de de token na

>> É, mas é é isso. Acho eu acho que vale a pena ver o os toques do CCA CCA e ler porque é realmente interessante o contrato e a tecnologia que eles desenvolveram para isso. Toda a metodologia como acontece de D. É mais isso mesmo que eu tinha para falar. O Neto falou tudo, >> cara. Bem lembrado, viu? Porque esse aqui foi muito muito mesmo. Bem lembrado. >> É, eu só comprei no no token lá, nem sabia o que tava acontecendo. Só ped next. Mas agora que eu tô vendo aqui, ó, tecnologia três. Bem legal.

>> [risadas] >> Que massa, você participou no se aí da das tecnic lá, né, com os passport. Eu nem entendi o que que eles estavam pegando informação se era só por prova de humanidade >> ou se era um negócio de OFAC ali. Vocês sabem desse detalhe? >> Eu acho que tem OFAC também ali. Eu eu também fiz. Eh, eu acho que tinha OFAC também, porque eles pegam verificam tudo do seu passaporte, né? até até país, eu acho, >> que eles verificam que você é de um de algum país, dos países autorizados.

>> Hum. Achando bem massa que tá caindo em comum aí o uso dos Passport, né? Bem legal. É, tem que, eu não sei qual que é, tipo, se se os reguladores aprovam, acho que eles meio que experimentaram com isso, mas eu não sei até que ponto é aceito. >> Olha assim, se a Unisap fez, eu diria que >> que tá dando, porque eles têm uma estrutura legal muito forte assim para eles estarem lançando um produto para vender token já, tipo, é um cenário bem maduro assim.

É, mas quem vendeu foi a STEC, né? A UNISOP só fez o contrato. >> Sim, >> pode ser que a UNISUAP pode ter tenha vendido também o serviço de advogado, né? Mas a gente não sabe. >> É >> não. Isso aí a gente não tem acesso. >> É, é que a galera gasta muito em advogado lá, velho. É uma curiosidade aleatória. Você já sabe aquele projeto, o produto Netlify, tipo um heroco de frontend. >> Uhum. Eu fui banido do Netfli porque eu fazia um selfie hosted de front end de noapop V1. E aí eu recebi um e-mail lá

dos caras do Nissop do Leon Team falando para derrubar meu meu experimento lá. Mano, era um negócio de sei lá, nem lembrava que eu tinha feito e aí eu não derrubei, não vi o e-mail tal. Daqui a pouco eu entro na minha na minha conta do Netli Fight, tô banindo. No Netlifight tinha vários sites pessoais resteados no negócio. >> Eles acharam que era um fishing. É, acharam fishing. >> Caraca, >> me desligou. Tá trabalhando demais. Parece na Nintendo. >> É vacila só coisa que nem sabe que existe.

>> Boa. >> Ô, mandei aí no chat. mandei aí no chat também correlacionado com com aquilo que a gente tava falando ali do de labs e mais movimentos, participação de de vicis e tudo eh em governança, usando o Antecapture ali, que é o nosso produtinho, ele ele conseguiu visualizar que aconteceram grandes delegações de VCS. E aí até o Heiden respondeu a trad ali foi tipo um momento, é um momento super histórico, porque finalmente VCs e Labs participando, tipo, dos protocolos na governança. Então é um momento tipo histórico assim também. Eu queria correlacionar as coisas que a gente tá

falando aqui. >> Animal e animal brasileiro aí na no protagonismo aí da discussão, hein, Alex? Muito louco. >> Bora, pô. Show. Mais alguém, gente, quer falar de governança? Fazer uma pergunta aí pro Alex ou pro geral? Não. Então, o próximo eh, quem que fala? Artur quer falar.

Ele vai falar de pernê e tango. >> Gente, uma experiência muito boa social. [risadas] Tem, quando vocês voltarem pra Argentina, vá para catedral do tango. Todo, todo dia não, mas tem aula de tango às 9 e depois tem show e depois tem palco liberado para todo mundo dançar. Muito bom. É isso. Dev connect foi isso. Entendi. Connect a cada 50 anos pra Argentina. Vamos no ET Argentina. todo ano. Só avisando, hein? Te vejo vocês lá.

>> Que bom. [risadas] Lá catedral. Lá catedral. Eu posso puxar? Posso puxar aqui. Mas é bom também. Fui muito bom. bem imersiva. Eh, share compartilhar. Cara, eu fiz um seguindo o template lá que o Rob apresentou no início, só texto, tela branca e texto preto. aqui. Bom, eu vou puxar para um lado de privacidade, que é o que eu tenho estudado no último ano. Então, eh, foi o que eu acabei mais focando no nos

eventos como um todo. Eu fui um pouquinho antes pra Argentina, antes da Dev Connect para participar do Invis Garden, que é uma popup focada em criptografia, zeronology, tal, teve um pouquinho de AI esse ano, eh, machine learning e tal, mas o foco continua sendo criptografia e já assim, eu nem botei aqui na apresentação, mas cara, vamos evento legal, assim, eles têm os contatos absurdos, então uns matemáticos muito monstros assim participaram assim a nível de mentor. tava excelente. É muita gente muito boa.

Eh, agora tá, eu eh primeiro ponto, cara, acho que na DevCon lá da Thailand ano passado a gente já tinha visto isso, só que esse ano para mim ficou muito claro que assim, Zeronola tá pronto pra produção, tem muito muito muito atol, né, para até para quem não é deve conseguir mexer. Então, já se mostrou muito eficiente, tá assim, obviamente, né, com algumas limitações, mas eh tá tá na boca do povo, sabe? Tá todo mundo conseguindo explicar de alguma forma ou não necessariamente explicando, mas entendendo que em algum lugar aqui da sua aplicação existe eh zeronas.

Então, dá esse destaque aqui, tá? Agora vamos pra parte mais legal. Vocês estão vendo? Não, vocês estavam vendo isso daqui? A a minha foto aqui do lado, não, né? Tá vendo só a tela branca? Certo. É a tela branca e você o tipo seu vídeo do do Zoom. >> Tá beleza? É porque eu tava vendo todos vocês aqui, não sei. Tá. Eh, primeira coisinha legal que eu que eu vi eh foi no Invisible Garden esse assunto e essa nova hash Function que tá sendo lançada. A V1 foi lançada, se eu não me engano, no primeiro trimestre do desse ano 2025.

E a V2 foi lançada no segundo ou terceiro, eu não lembro, mas ali no meio do ano. Eh, que é uma nova Red Function, assim, muito uma galera muito boa por trás. Se eu não me engano, tem gente da Word, da World, né, antiga World Coin por trás. Eh, e eu vi em poucos grupos muita gente, tipo, alto nível falando sobre isso. Eh, Pidon, Possidon, né, ainda é mais testada, então assim, para coisa um pouco maior, não acho que vale o risco de tentar se aventurar nessa nova, tá?

Até porque não tem, né, muito ainda não tá sendo muito testada, né? Precisa sofrer um pouquinho ainda para para ficar mais madura. Mas eu pessoalmente quero muito acompanhar esse esse desenvolvimento, tá? Porque putz, achei achei bem interessante mesmo. Eh, enfim, tem toda uma estrutura ali de bricks and bars que Possidon, se não me engano, usa também. Enfim, eh, o paper, esse daqui é o link do paper, tá? É, obviamente, é o paper, então tá muito bem explicado, tá? E eu achei interessante também que, tipo, a V1 foi primeiro trimestre, a V2 foi no segundo, então eles estão evoluindo assim constantemente e sei lá, ao meu ver, isso é um bom sinal que eles que eles tão eles querem, sabe? Eh, ele eles estão

querendo fazer isso acontecer e tem uma galera muito boa por trás, tá? Eh bom esse esse tema aqui, né, da Curraco. Eh, eu fui lá no putz, qual o nome do evento da web para ver sinal? É privacy. O Alex tá aí a indo. Nossa, esqueci o nome, velho. É o Cyberpunk, Cyberpunk Congress. E o Vital que falou e ele falou basicamente sobre essa essa nova curro, né, que é uma basicamente tooling para privacy wallets, tá? E foi um tema que foi bastante comentado durante a Dev da Dev Connect também.

Eh, enfim, o Vitalic fez questão de dar muito muita visibilidade, muito highlight para essa para essa ferramenta, tá? tem um link do GitHub fácil acesso aí, eh, tá no no repetéum, então tá fácil achar. E bom, o Vital fez questão de de fazer um highlight em vários painéis que ele deu durante a a semana Dev Connect, então que que vale a pena também ficar de olho nisso. Esse aqui é um tema que eu fiquei surpreso, eu achei legal. Eh, um contexto. Eu vi esse tema num evento, num site event, né? Enfim, num mini evento dentro da Death Connect, que é

gigante eh e que, cara, para mim foi o melhor, assim, foi muito top, chamava applications de to e foi sábado, que foi no último dia da Death Connect, sábado de manhã foi numa salinha pequena, devia ter umas 40 cadeiras assim, só que, cara, muito top, muito top, tipo, simplesmente os melhores assim do mundo sobre eh, falando e conversando, sabe? tiveram algumas rodas de conversa, alguns painéis e no painel da Phoenix, o a pessoa lá soltou esse essa notícia, né, que eles vão criar um próprio efeiti skim. Então, até hoje eles usam o esquema que a Zama criou, o que é o FIT.

Então, até hoje tinha esse papo de putz, a Penix usa o o esquema, o FT esquema da Zama, tal, qual a diferença ali? O que que que tá por trás? O que que o que que é da Phoenix, tal? E isso é muito legal ver isso, porque, pô, eles estão lançando o próprio esquema, ainda não tem dado, não tem nada, tá? O paper e o código para teste vai sair, tá? Comum lá no tava isso no slide, eu só copiei, colei dele. Eh, ano que vem. Então, e é outro outro tópico assim que eu particularmente quero ficar muito de olho, porque com esse lançamento vão ser criados novos benchmarks, né? Então assim, eh, é o estado da a gente vendo o estado da arte acontecendo,

eh, em cima de FIT, que talvez seja o, o tópico que ainda que ainda tá mais, é que atrasado, não é a palavra, né, mas ainda ainda precisa ser mais explorar, né, ainda tá muito não production ready. Então, enfim, e falando sobre efetiv também, o Luís comentou antes, mas a Zama, né, a Zama vai lançar paraa mainet o o coprocessor deles de AFIT e n cena dos próximos capítulos, eu não faço essa ideia do que vai acontecer. Não sei se vai ter muito muito projeto usando tal, porque ainda não tá tão viável assim, eh custoso.

E uma curiosidade que eu que eu dei uma olhada lá no no site event da Zama foi que a Zama foi o primeiro unicórnio, o primeiro empresa de Feiti e unicórnia. Eles levantaram uma grana federal assim. Então, interessante também ver essa grana, né, de VC entrando numa empresa que é uma casa de criptografia que é focada em efetiva blockchain hoje em dia né? E por fim, esse tópico aqui é IO, cara. A é uma palavra que para mim é um travalíngua em inglês, eh, mas é indic indistiguability obfuscation, que é assim o o pai de todos essas essas primitivas eh

criptográficas, então zerolas, MP eh NPC, FIT e tal. Eh, esse assim falam que é o mais top. Eu não entendo muito sobre, mas eu peguei essa frase aqui do último painel do do evento da Death Connect de Privacy, que foi o Andy, né, que foi falar que ele é, acho que é team lead da PSIS atualmente. Eh, e um dos um dos slides ele colocou essa frasezinha aqui que eu achei muito interessante. Então, eh, vê que a PS vai começar a olhar para esse assunto é uma coisa que me interessa também. Eu, e, de novo, eu não

entendo nada desse tema. Tema aqui é muito cabuloso. É muito cabuloso, assim, eu preciso aprender muito para me considerar burro, sabe? [risadas] Mas eh ele ele comentou rapidamente que eles querem criar mais, eles vão criar mais material, então mais paper vai ser ser lançado no futuro sobre esse tópico. E uma outra curiosidade é o existe uma empresa, é uma uma casa de research também chamada Máquina IO e M C i M não, NA.

E quem trabalha lá é o é o founder da do Zil. Ele eu conheci ele pessoalmente lá nesse application feiti, que logo depois foi o application applications [roncando] camp, eu acho, se eu não me engano. Eh, talvez, mas ele também faz parte de algum de algum jeito, ele faz parte também da PCI. Eu eu não sei como lá como funciona lá, mas ele é uma das pessoas hoje em dia que estão estão mais assim pesquisando sobre esse assunto, tá? E eu acho que vale muito a pena, assim para quem tem interesse como eu em criptografia, eu acho muito a pena você perder um tempinho lendo sobre

isso. Eh, e foram esses pontos assim que eu achei mais relevante. Novamente, essa foi minha primeira dev connect, então assim, não sabia muito o que esperar. Eu fui só duas defes, né? foi Colômbia e Tailândia, mas Dev Connect foi meu primeira e realmente eu achei diferente o evento, achei mais achei achei muito mais coisa acontecendo do que uma Devc que é mais centralizado num lugar só, sabe? Eu fico um pouco confuso com isso, me dá mais ansiedade. Tem milhares de coisas acontecendo e eu não sou só um, né? Mas cara, foi um evento legal e acho que também vale mencionar a Argentina, né cara?

Argentina, eu fiquei embaixo bacado o quão na frente eles estão aqui. Latan, assim, de fato, merece, merece o, merece ser uma cidade da merece ser um país da Dev Connect, certo? Achei muito legal mesmo, muito legal mesmo o jeito que eles pensam, né? E meio que precisam, precisavam, precisam no dia a dia. E foram esses os meus 10 centavos. Eu posso compartilhar alguns links depois. Eu eu eu vou melhor. OK.

Pegar aqui >> eh animal >> e você sobre privacidade. >> Opa, abr o microfone. Le >> manda. Oi. Perguntas aqui. >> Beleza. Eh, obviamente eu preciso ver o a palestra que o Thiago fez, vocês já fizeram aqui no RC55 sobre esses tokens de privacidade. Acho que o Alex também falou, né, sobre isso.

É, e assim, a gente outro dia almoçou, né, Thaago? E eu tenho muitas dúvidas sobre como que vai ser a I disso, a Ioex, né, do usuário, eh, lidando com isso tudo, ele se porque fica muito no técnico e no abstrato, mas pro usuário final ou para quem quer empreender no setor, né, qual que é a experiência de usuário? Ah, eu quero fazer uma transação privada, eu preciso de ter o ET para pagar o gas. Esse ET, ele é o mesmo ET nativo ou ele é um ET diferente? Eu consigo ter no mesmo endereço eterno tokens privados e tokens comuns. É, se quiser, se puder dar um overview disso ou me colocar para

ver as aulas ali, os outros vídeos. Eh, mas você falar um pouquinho disso aí seria legal. >> Eh, >> pode começar, pode começar, Luí. Não é, eu posso falar um pouquinho porque na Open Zaplin a gente, eu não tô ativamente e desenvolvendo, mas a Openzaplin tá desenvolvendo uma library de confidential token junto com a Zama. Então, posso tentar falar um pouco da ideia de como que a Zama vê isso, né? Eh, então a Zama, a ideia do FIT, né, que você tem o dado, ele ele fica fora da blockchain e dentro e dentro da blockchain você tem um ponteiro pro dado real. Então, no caso o dado real é o seu saldo, né, que

você vai ser vai ser privado. A ideia é que você, a princípio vai ser tipo um rapper assim. Então, tipo, o o token da Zama, inclusive, ele provavelmente vai ser vai ter uma versão privada, vai ter uma versão pública, né? E daí e eles eles provavelmente vão querer uma versão privada também e provavelmente vai ter um um rapper. Então você vai pegar o seu token lá, dar um rap nele e ele vai ficar privado. Claro que quando você faz isso um chain, na verdade fica meio público, né? que você sabe o seu o seu bela, o seu saldo antes de você fazer, mas a ideia é que uma vez que você faz isso, então no

começo, acho que eu cliquei sem querer aqui em alguma coisa, sei lá. >> Você tá falando, você tá falando. >> É tipo assim, aí em algum em algum eh você começa, tá nesse momento é meio que público, né? que você vaza informação e e hoje em dia acho que alguma informação vai ser vazada quando você faz esse wrapping, mas ao longo do tempo você vai transacionando os tokens, né? E daí do ponto de vista do usuário, ele ele vai precisar de uma wallet específica da Zama para poder ter acesso provavelmente e com com Mas a a Zama tem um SDK deixa você ter acesso, por exemplo. Então você vai você vai conseguir e ver o seu

balanço, por exemplo, e daí com longo do tempo você vai transacionar esse com esse rapid token que você vai ver e os outros não vão conseguir ver basicamente. Não sei se eu respondi também. >> É, a, é, a nível de dev, é isso. Assim, tudo que a gente já conhece, por exemplo, com RC20 é o confidential, RC20, que é são os mesmos nomes das funções, só que confidential na frente, basicamente. Eh, já funciona, já existe. Mas é, falando um pouquinho a nível de usuário, né? Usuário, pessoa que não é técnica nem nada, cara, minha opinião é que a gente ainda tá, putz, bem longe de ver. pronto paraa produção de verdade, sabe? Em e

mais adoption. Eh, inclusive naquele evento que eu falei, o application feiti, numa da numa das jodas de conversa, perguntaram: "Putz, quem acha que vai que até 2040 a gente vai ver?" Não foram muitas pessoas que levantaram a mão? E eu também acho que não, cara, porque tá é assim, é muito longe. É um poder computacional bizarro. É uma centralização também que a gente precisa ter. eh para cuidar desses desses dados criptografados, sabe? Então, para efeit ainda, eu acho que ainda tá muito longe, mas óbvio, né? Devagar a gente chega lá.

Então, acho que que é muito bom esse investimento em empresas que estão olhando isso para sobre Z, cara. Eh, eu nunca usei o ZK Passport, mas eu lembro que quando lançaram a para comprar o ingresso da Dev Connect, tinha o desconto de Latan. Quem quem é daqui da América Latina tinha desconto e eles fizeram isso com o Z Passport. E para algumas pessoas eh tava dando problema ao ler o passaporte no celular. Aí depois de alguns dias, eh, eles reportaram esse bug e depois de alguns dias lançaram uma atualização falando:

"Pô, desculpa, é porque a prova gerada do seu passap dos passaportes brasileiros no no iPhone, sei lá o quê, eh, era muito pesado e o celular não aguentava, sabe? Então, a gente já tá vendo eh aplicações eh que estão prontas para paraa produção, então geração de prova pelo celular, pelo computador, eh enfim. Daí eu acredito que que a gente que vai ser um gráfico que já tá assim exponencial, só que vai continuar, sabe? Eh, para Z, porque já se mostrou, né? É, obviamente é bem mais simples nível de arquitetura

do que é feiti, né? E e eu acho assim que a gente vai ver cada vez mais aplicações usando, sabe? Por trás dos panos ou ou não. Aí ó, o que o Gui falou que P Sport tem quase 1 GB no Android. É. É. Ah, e obviamente, né, pro o estado da arte agora no pra Z diminuir esse custo de de geração de provas porque enfim, eu na minha visão é isso que tá mais limitando essa essa mais adoption, tá? E obviamente, né, isso, pô, e falar isso é fácil.

Agora, por que que tem por trás disso? são, putz, os matemáticos lá que não não chegam muito perto, os criptógrafos e tal. Eh, e essa galera que tá escovando o bit, né? É, eu acho que eu sinto, pelo menos eu ando com essa dificuldade pessoal, mas acho que o mercado, acho que o mercado em si sente essa dificuldade. Eu acho, esses temas são muito complexos tecnicamente. Eu acho difícil você fazer o mergulho vertical técnico e aí você fazer toda sai sai da cena, vai pro metogo e se questiona de tipo, ah, tá, estrategicamente, por que que a gente tá fazendo isso? Para onde que a gente tá querendo chegar, sabe? Eu

vejo essa dificuldade, sei lá, e que são coisas que às vezes a tradução para pessoa não técnica é uma linha. Eu vou dar um exemplo aqui, sei lá, o das lá deita ver, >> cara, para você entender aquele negócio é tipo muito técnico. Os caras vai lá falando de zg commitment e a curva da probabilidade, não sei o quê, para você resumir, ah, a gente tá fazendo isso para deixar light clients, mas mais mais leve, você não precisava bloco inteiro. Então traduz toda uma vertical de conhecimento e tipo uma frase e de privacidade tem muita coisa assim ainda, né? Tipo, você faz toda uma engenharia ali doido, da limitação de hardware, né, para você ter tipo a um RC20 com privada ali. E aí você nem sabe direito ainda para que que você vai usar isso, mas é importante que a gente tenha a

privacidade. Eu acho super importante, mas acho que ainda tem essa dificuldade, né, da da da desse meio da transição entre o acadêmico super técnico e a aplicação. >> É, eu sinto a mesma coisa, cara. Tipo assim, aquele gráfico, aquele meme clássico, né, do tipo, sou muito burro, tô estudando, sabe? Tipo aquele aquele gráfico assim. Eu eu acho que isso existiu muito, cara, para esse para essa área de criptografia program. Por exemplo, eu fiz um projeto lá na faculdade, eu dei uma aula lá na faculdade para meu objetivo foi tentar explicar a privacidade em blockchain, só que eu queria não usar matemática nem termo técnico. Então, cara, eu fiquei fiquei satisfeito com as pessoas

entendendo que um exemplo de Z é o mágico, que você vê que a mágica foi feita, só que você não sabe como foi feito, sabe? E para isso ele, para isso tá OK para ele, sabe? Só que quando você vai descendo, você vai descendo, é, tu não tem como parar, sabe? E eu sinto isso também, que em algumas discussões, eh, tipo, tá meio afastado, né? A galera que a galera que realmente tá fazendo acontecer, tá fazendo por um objetivo que não é tão claro quanto a pessoa mais de business, sabe? Eh, então é é engraçado essa disparidade mesmo. Eu sinto a mesma coisa. Eh, e às vezes eu acho que as as a gente vai até esquecendo

o motivo, tipo, eh, tipo, um probleminha, exemplo clássico M3 é o lance dos AMMs, né? Na época que começou lá com SOP V1 era tipo a mm era uma gambiarra para você burlar o gas f alto. Então tipo, você tinha gas f alto ficar dizendo limit order de placement de order solta custava gas a galera, mano ninguém vai querer ser o ex de você ficar pagando para deixar place order o signatures não era muito bom na época inventaram mm para ser tipo um um tampa buraco. Aí a galera foi evoluindo. Mm.

Mm. Aí o negócio foi pra mudança de range de liquidez que tipo para mim é é como se você olha um orderbook normal e cria um bote de ficar dando place de order que a todo momento ele tá realocando os places. Para mim, tipo, você traduz isso pro mm, aí você já se perde, tipo, mano, por que que a gente tá fazendo a mm mesmo? Tipo, para onde que a gente quer, qual o problema que a gente tá querendo resolver? É, é profundidade, liquidez, é, é custo. Eu sinto incrível toda vez que a gente perde essas essas espirais aí. Desculpa a galera do MM, tá? Nada contra os MM. Acho que hoje [limpando a garganta] ele já tem outros resolvem vários outros problemas.

>> Mas eu eu acho uma doideira que tipo, mas eu acho que isso acontece em várias áreas, né? Não só em crirypto. Mas assim, tipo, você tem a galera super acadêmica assim, eu acho que entendemos um pouco disso assim, né? A galera vai acadêmico ali, estuda matemática, é apaixonado por número, aí faz umas fórmulas doida, bota ali no contraste, tal. E você tem a galera de business que descobre como é que usa aquele negócio. Uma outra coisa que o cara que criou mm nunca imaginou na vida assim, né? E eu acho que privacidade é a mesma coisa, cara. É tipo assim, ah, você tá lá estudando z, aí você quer usar privacidade, aí vai alguém descobre que, cara, talvez tu gas na mainet is um dia, cara, talvez faça sentido das z para você tirar processamento de dentro da rede, por exemplo, processar off chain e

fazer a a eh on chain se você faz a prova ali, por exemplo, né? Tipo, que é uma um uso que nem é para privacidade. Você criou o Zap, uma coisa, mas ali tem outros usos, por exemplo, né? E e eu acho que a assim, tipo, a parte acadêmica e a parte de business sempre caminho meio assim, né? A galera acadêmica vai cria um negócio, depois o business chega e aprende como é que usa para outras coisas. Não tem nada a ver. Uma loucura isso, >> né? Total. Ô, Léo, ficou a gente conseguiu responder ou tangenciou e não não foi direto ao ponto um? Que eu acho que sua pergunta foi mais, tipo assim, tem alguma dor que você sente putz no teu coração? fala tipo, cara, isso eu não entend isso, sabe? Eu acho que eu como

mais business não não tipo não é muito palpável sabe? >> Não é, eu entendi que que falta muito para chegar lá ainda, né? E e igual a nossa conversa, né? você tava, você tá super envolvido nesse, no meio técnico da coisa, só que pro Racatom, por exemplo, você desenvolveu um produto útil, né? Ele tinha uma utilidade final ali que usufruía da do benefício do de ser anônimo, né? E e eu penso na visão de estupeiro, pô, tá surgindo todo um ecossistema novo de token. Eh, o que que a gente pode fazer aí? sei lá, uma AMMV2

para tokens privados. Aí eu já me pergunto, pô, um token confidencial desse aí vai vai ser possível colocar um token desse numa cool com o USDC normal, eh, que não é privado, né, ou é ou não estarão estarão na mesma no mesmo ecossistema, tipo, como que essa dinâmica, como é que como que seria uma mm dessas? Eh, ah, fazer aquele leilão privado de de de concorrência, por exemplo. Ah, quem oferecer eh uma prefeitura vai contratar um serviço e quem oferecer pelo menor preço, né, eh, ganha. Aí, tipo, eh, isso é uma utilidade clássica aí que parece

que tá vindo já. Eh, mas assim, né, como o que que a gente vai conseguir trazer do Defi, que já existe para esse ecossistema desse desses novos tipos de token, né? Então, eu fico me perguntando mais assim na camada de usuário e e também na camada de de usuário, tipo nível Explorer, por exemplo. Ah, eu tenho minha carteira Etheréum, tenho o endereço 0x ali tradicional, tem Etheréreum, tem o NFT, tem um monte de coisa. Nesse mesmo endereço, eu vou assinar minha carteira ali na Etcan e vou visualizar o token anônimo que eu tenho. Tipo, ah, esse token aqui é ninguém sabe que eu tenho e ninguém sabe como que ele chegou aqui também. Tipo, eh, fico pensando mais em nível de usuário

para ver como que vai ser lá na frente e ver o que que, né, o que que surge de oportunidade nova desenvolvimento também. Mas assim, fogo, claro, eh, que tá sendo, o caminho tá sendo construído ainda. É, eu, minha opinião, sant aqui, eu acho que a primeira aplicação longo de M, tipo, tirando o Zi como escalabilidade, que os rollaps, eu acho que esse foi o grande killer feiture aí do dos últimos tempos. Eh, um que eu achei muito interessante esse ano é esse que o pessoal tava comentando aí do leilão do Uniswap. Cara, eu acho que é a primeira vez que a gente vê privacidade como uma ferramenta para compliance,

tipo de verdade assim de que provavelmente os os o time do SUAP, que vocês já falaram aí, é super legal, tipo preocupado com o regulatório, deve ter sentado e falar: "Putz, cara, se a gente usar privacidade nesse ICO style aqui, vai tem defesa pelo menos se a SEC vim atrás da gente, né?" Eh, então eu achei bem interessante movimento de privacidade para caminhar. Eu não sei se ele foi só por causa do regulatório. Me me cheira também um pouco eh o cibil resistance também. Tipo, eu fiquei questionando quando eu tava comprando o tokená, falei: "Pô, será que eles estão usando pass um pouco na linha ali de World Coin, né, de tipo só saber se é um usuário único que tá fazendo a

parada ou será que foi só questão regulatória mesmo? Acho que é um pouco dos dois e também porque o Z passport usa no arar, eu acho. >> É um ótimo exemplo inclusive, né? >> Acho que [risadas] >> ainda deu na própria ficha. É, >> foi só pelo mapa. >> Ah, é bom demais. Bom demais. É. Isso, gente, deu uma mais de uma hora aí, estamos chegando já nas 9, que é o limite 10 minutos. Tem mais alguém que queria falar? Isa, Isa quer falar um

pouco sobre a visão. Você já estando dentro da por muito tempo da sua organiza visão também >> de como que você vê evoluindo aí o o ecossistema ao longo do tempo, das suas visões sobre o futuro, né? para onde que a gente tá indo. >> Isso aqui não é previsão para [risadas] eh sim, literalmente a minha eh já venho participando da dev da Death Connect. Esta já é a minha quarta vez, ou seja, vem desde Bogotá, depois eh Turquia, eh no ano passado na Tailândia e esse ano todos os anos eu venho participando de uma forma diferente. Então neste ano eh em em Buenos Aires, eu fiquei a

trabalhar como volunteer lead. h uma experiência totalmente não técnica, por assim dizer. E h mas obviamente o meu o meu trabalho também muito do que eu fiz foi muito mais voltado à parte logística da conferência, fazer o dos voluntários. Por sorte, fiquei na parte de eventos, então tive a oportunidade de passar por todos os eventos que aconteciam durante a tarde, de fato. Eh, e pronto, trazendo o bocado desde as últimas eh das as últimas Devcons e Dev connects, eh, todo ano é uma narrativa diferente e eu partilho da mesma opinião. Eu acho que foi, eu acho que foi o Luís que falou

que eh o ecossistema em si, as conversas, os projetos, já se atinge muito mais uma maturidade, já se ouve Defi, não é aquela coisa que estou, vamos dizendo, brincavas com dinheiro e hoje já é usado, pronto, em real life. H, vi muito dii, mas pensava que ia vir muito mais. Eh, e pronto. E obviamente pensando também das últimas conferências para cá, eh, essas narrativas também elas se adaptam à realidade e à visão do do país em si. Então, obviamente, sendo a Argentina um país com h questões eh

financeiras e e a América Latina no geral, eh esta narrativa de se trazer stable coins e pronto, essa questão de pagamentos eh foi bastante proeminente também. Senti falta de outras coisas no sentido, pronto, pensava que eu vi mais sobre eh pensava também que da poderiam ter um retorno agora. Pronto, na narrativa das conferências como um todo, mas no geral eh acho que foi um foi um balanço bastante positivo e outra vez como também o ecossistema eh não só molda-se ao trazer uma conferência assim, mas também como abre

os olhos para outras realidades. Então estou bastante ansiosa eh para paraa próxima Dev Connect. Eh, ainda falta pronto, alguns meses, mas só de pensar que é uma realidade muito alheia, eh, não só para mim que que vivo aqui em Portugal, mas possivelmente também para pro pessoal que vive no Brasil e na América Latina de entender melhor a realidade, as dores do ecossistema e assim a previsão. Pronto, o Hob disse que ele uma previsão aqui. Eu acho que outra vez pela pela pelo caráter bastante técnico.

da da Índia, um dos países que eh eu não sei falar em números de cripto, mas é um dos países que tem o maior número de desenvolvedores open source do mundo. H, eu tinha um número aqui, mas eu acho que deve estar no outro computador, mas eu tinha feito um estudo há pouco tempo, então eu acho que vamos voltar mais técnicos do que nunca. H, quero ouvir mais sobre open source também. Achei que foi uma das temáticas que me senti um bocado apagada no não só na Dev Connect, não só da Def Connect, mas também nas últimas conferências esse ano, mas eh no geral um saldo bastante bastante positivo e e é isso. [risadas]

É, eu não sei se tô preparado para índia não gente. [risadas] >> Índia é complicado. >> Para com isso, para. >> É outro mindset. É outro mindset. Não, tem que ir, né? Não tem, não tenha dúvida, mas me dá um tempinho para eu digerir que eu tô na Índia, tá ligado? E >> bora fazer uma uma meditação aí, cara. Eu já fiz até yoga com hobby. Não é possível que pelo menos meditar você não vai topar, >> não. Vamos. Eu sou meio ansioso, mas a topo. Mas topo, pô. E e tem uns lugares massa lá na na Índi eu fiz tem um retiro lá de de uma semana em Richcash no Norte. Muito legal, super recomendas.

>> Aí ó, vamos fazer essa tripezinha pré DevC [risadas] pô Índia >> não. Depois da DevC a gente pode fazer um um retiro de silêncio >> para dar uma relaxada. Hã, três dias ali no vendo se a gente desenvolve outras habilidades, tipo telepatia assim. Imagina Thaago três dias sem falar. [risadas] >> Desculpa, eu tive que rir alto, desmutar. [risadas] Começar a passar no trem ali, >> pô. Não tem como não. Assim não, eu topo tudo, topo tudo. Só que a Índia eu não

tô preparado, eu não tava, eu não tô não tava psicologicamente preparado para, pr, para ser a índia a próxima decom, sabe? >> Mas eu gosto dessa ideia do três dias de silêncio. Senti, já que você topa tudo, >> não. Vamos, vamos, >> tô dando meu meu intente aqui, meu commitment. >> Vamos, vamos. Topo. Eh, puxando esse papo que fala, Mila. Vamos eh tocar. eh, quer tocar, >> dar boa noite aqui para vocês. Eh, dizer que, poxa, vocês estavam indo para um lado, né? Vocês já estavam chegando na Índia. Eu vou ter que dar meia volta e começar levando a gente para Recife, porque assim foi muito especial, eu acho, a coordenação que teve no Brasil,

né, eh, durante esse ano, não só na Road to Connect, mas antes, né, a gente começou ali o ano com um evento muito legal da Modular, com respeito a todos os outros eventos que tiveram. Não tô dizendo que não teve coisa legal antes, só tô dando aqui um salve pro pessoal, mas mais especificamente, né, como é que a gente chegou na Dev Connect e na Argentina, ou seja, a gente chegou depois de conviver quase que meses, um mês e meio em conjunto, eh os brasileiros e outras pessoas da comunidade internacional com as quais a maioria de nós só tinha tido o prazer de se divertir, de construir, de buildar, de trocar ideia.

e tirar dúvida em outros lugares, né? Quantas vezes a gente não encontrou com as pessoas que a gente encontrou eh na Argentina, eh na nos Estados Unidos mesmo, em outros lugares da América Latina, mais menos na Europa, na Ásia. E puxa, de repente não só tão vários brazucas incríveis lá no Recife, mas também essa galera. Então, eu queria, né, primeiro agradecer aqui, eh, acho importante falar também no nome do Derck, ele mandou um abraço, um beijo, uma pertimão, disse que não poderia estar aqui. Eh, um salve paraa Isa, que tanto contribuiu para esse projeto, é nossa recifense de de carteirinha.

agradecer a RC 55 e aí também por um salve inicial da Isa, né, cara, eh, que se fizeram presente. Poxa, Rob, eh, Luís, desculpa, Thiago, você não foi, mas eu senti que você tava lá, >> não foi, infelizmente. Putz, >> pode ficar com inveja, vai no dançar um prego lá no Hã, >> queria muito, queria muito. >> Então, desculpa, só vou nem desculpa, cara. Que bom que eu acho que é importante a gente voltar e dizer, teve essa experiência, rolou ali um mês, né, vários voluntários, tudo isso tá gravado. Eu acho muito importante dizer porque a gente se encontrou ali naquela na Dev Connect, a gente se encontrou

naquele METP para organizadores de eventos e foi muito legal ver essa confluência de de todo o ecossistema brasileiro realmente muito junto ali, misturado, sem combinar nem nada. a gente tava todo mundo na mesma mesa e todo mundo tinha feito coisa junto. Então, a RC5 foi paraa Recife, né, que que deu aula, o pessoal do IT Floripa, que se voluntariou e passou um mês eh lá com a gente. Aí depois todo mundo descendo junto de Recife para o Itlatan, saindo do Itlatan, quem podia ir passando pelo IT Floripa para chegar na Dev Connect. Então, acho muito importante falar isso. O ecossistema brasileiro já teve outros momentos de

muita maior complexidade e menos colaboração, né? Eh, e agora eu digo que isso, pelo menos a minha visão e queria ouvir de vocês, foi um coordenando sem coordenar. Eu acho que foi uma coordenação quase que táácita. E eu achei muito interessante porque toda vez que um grupo levantou a mão, o outro abraçou e ninguém perguntou se devia, se podia ou como faria. A galera só abraçou. Ih, vamos para Recife. Vamos. Depois vamos abraçar o Islatão. Vamos. Vamos passar junto lá pra história.

Vamos pessoal, né? Vamos de carro para Floripa. Então eu acho muito importante dizer que Nordeste a Argentina uma caravana de pessoas efetivamente engajou, né, no no no Road to Dave Connect. Eu acho que isso é louvável, né, e mostra não só um desenvolvimento aí, que eu acho que vocês já falaram, né, de técnico, de projeto, de nível de criticidade, disso tudo poder acontecer aqui na América Latina, mas também realmente de uma mega coordenação aí do do dos brasileiros, né, em fazer esse caminho. Então, acho que sem me alongar muito, eu só queria, né, dar esse salve e chamar atenção para esse fit, que não

é um fit pequeno, e dizer que eu realmente acho que valeria a pena a gente gastar um tempinho em conjunto para falar um pouco mais sobre isso, né? Usar o Twitter, usar um espaço para contar essa história, porque muita coisa saiu daí. Poxa, sabe aquele mãe, eu tô na Globo, mãe? RC55 tá na Globo junto com o Reci, junto com eh a galera do It Floripa. Poxa, é a gente chegando no mainstream, o que todo mundo fala, chega no mainstream fazendo o que a gente se se propôs a fazer, né? Então, acho muito fera.

>> Eh, é muito legal. Eh, pessoal que tá, tipo assim, gente, em 2018, 19, Crito no Brasil era só pirâmide, era o farol do Bitcoin, era atlas quanto vê 5 anos depois, né, tipo, vários eventos acontecendo de técnico pra comunidade. É muito legal mesmo, assim, foi um ano e é o que você falou, foi meio orgânico assim, tipo, não acho que a gente ainda tem muito a melhorar em questão de organização e inclusive fazendo a meia culpa aqui, vamos puxar uma conversa aí para janeiro, né?

Eh ST5 vocês na Plexos, o pessoal modular para ver o que que a gente consegue sinergia, né, de onde que um onde que a gente vai colaborar, onde a gente a gente consegue se ajudar, né? É, mas é muito legal mesmo de ver essa mudança, essa transformação aí nos últimos anos. E eu queria te fazer uma pergunta, Mila, de dando um passo para trás, eh, como que você tá vendo cri? Tipo, muitas das pessoas, eu eu nessa, eu entrei em cripto eh com uma visão mais profunda, né, da coisa. Eu não eu não gostaria que que eu que vê o movimento cripto ser só tipo uma substituição de infra dos bancos.

Tipo, eu acho legal, já vai ser muito legal pro mundo. A gente tem uma PI global financeira. Acho que só já já já vai ser bom, mas né, muita [roncando] galera aqui vem pelo movimento tem socia, vem pelo movimento de tipo, questionar questão de poder, dinheiro, origem de dinheiro, enfim, tem vários ângulos, né, de porque que você entrou em cripto, né? Como que você tá vendo todo esse movimento? Você acha que crirypto, você tá otimista? Você acha que tá indo ainda pro caminho bom? O que que a gente tem que tomar cuidado para nos próximos anos? Qual que é a sua visão sobre isso?

Bom, eh, primeiro, enfim, só finalizando ali, o meu muito obrigada, né, por energizarem e também por trazerem a gente para para perto de vocês. Esse ano, eh, eu senti muito forte a comunidade como nunca antes. E eu fico num lugar muito interessante, Robin. Eu gosto da pergunta que você me fez por conta disso, porque eu me sinto meio que uma API ali no meio de coisas um pouco, né, diferentes. Tem tem gente aqui na escol que eu ainda não troquei a ideia, então eu só vou dar dois passos para trás para contar algo de muito importante que aconteceu esse ano e eu vou dar minha visão em cima disso, tá Roby? Então, é, no final, no começo do não, no mês passado, em novembro, é, ou

no começo de dezembro, gente, fiquei confusa, desci do avião da Dev Connect e aí tava rolando aqui o um evento, né, que é super interessante, que ele é exatamente por conta dessa blockchain, chama eh Rede Blockchain Brasil, que é uma iniciativa de um acordo de cooperação técnica aí do BNDS com TCU. Então, Tribunal de Contas da União, juntamente com BNDS se juntaram faz mais ou menos 4 anos, né, para fazer uma uma blockchain EVM para fins de a casos de interesse público, né, e e B interesse social. Então, vê, Roby, eu exatamente

tô falando de um lugar que é compatível com o EVM, que não é só focado na questão eh da parte de infraestrutura bancária. Ele é conectado ali a questões de investimento, eh, de dinheiro público, que ele é, né, porque o BNDS é é um banco nacional de desenvolvimento sustentável. Então eh bom, social e sustentável. Vocês viram que eu já tô na na agenda da SG aí podem podem eh eh sentir que até o o Tico Teco já tão nessa. Mas voltando aqui pro papo sério, então por que que eu acho que isso é interessante? Porque é um lugar, é um chamado e é uma proposta. E o que que foi lançado depois aí de 4, 3 anos,

enfim, de acordo de cooperação técnica, foi lançado um white paper. Então, a primeira coisa que eu queria fazer eh paraa galera aqui é convidar a olhar para esse white paper, né, com nível aí de criticidade, com nível aí de colaboração e pensar, Rob, se esse não é um lugar para dedicar ali um tempo, né, e um recurso em trazer essas soluções que tenham esse impacto e um viés para além ali do do financeiro puro. do ponto de vista duplexos, né? Eh, a gente é um dos nós validadores dessa rede. A gente tem, a gente faz parte, então, desse acordo, tem 10 entidades de diferentes eh classificações e categorias. Então,

tem entidades do governo federal, tem eh associações, tem eh universidade, tem administração direta indireta. E é uma posição muito interessante assim, poxa, um de 10, né? E o que que a gente faz dentro dessa rede? como é que o pessoal entrou dentro dessa rede? Eh, propondo casos de uso. E o caso de uso que a gente levou é o caso de uso de moeda social. No dia que o evento rolou, a gente lançou dois pilotos de moeda social, web 2.5, que ligam ali o back end, né, de uma aplicação que já existe e já roda com o o cliente final, que são os indivíduos que recebem eh a moeda social, às vezes através de benefício social.

e a blockchain eh do BNDS pra gente tentar fazer uma tese aí de transparência da gestão da coisa pública. Então, eu já tô me encaminhando aqui pro final. Acho importante dar essa essa essa explicação, Roby, por quê? Eh, primeiro, a gente tem a oportunidade de pensar em DPI, infraestrutura pública digital, digital public infrastructure e digital publics. Eu tô operando nessa ideia e falando aqui com vocês de um jeito tipo na cozinha mesmo, porque é quase como se a gente pudesse ser API de dois mundos, a gestão da coisa pública do mundo real e a tecnologia emergente. Será que isso traz benefício? Quais são as melhores coisas que a gente já aprendeu e as piores

também e para evitar do ponto de vista de gestão da coisa pública na web 3, dos publics, dos public goods, que a gente poderia propor paraa melhor administração da coisa pública do nosso país. Quais são os casos de uso, né, relativos às coisas que a gente importa, mas que também são business cases que poderiam tá aí nesse lugar. Então, eh, quando você me pergunta como é que eu vejo, eu vejo com os olhos muito diferentes do que eu via quando eu comecei essa história. Era uma pessoa muito mais eh, hoje em dia eu sou muito mais pé no chão, porque o nível de complexidade para fazer o que todos nós estão estamos fazendo é muito grande. E para isso chegar não só na televisão,

mas na mão ali do consumidor final, é uma outra dor de cabeça gigantesca. E eu sei que não é uma tarefa ali pro plexo sozinha. Então, o que vai me deixar otimista em 2026 com relação a esse nicho que particularmente me importa, né? transparência, gestão da coisa pública, errar bastante e e às vezes, quem sabe, né, acertar, trazer um benefício social, vai depender de uma ação de comunidade e eu acho que a ação da comunidade brasileira, né, quando quiser e querendo ali experimentar com coisas que que podem efetivamente, né, enfim, um dia a gente sai na rua e vê o vizinho, eh, o jardineiro, o grande investedor ali do banco usando e a gente

falar: "Puxa, isso aqui que tem a ver com as DevConss que eu fui com aqueles papos no Discord e saíram e chegaram aqui num lugar legal. Então, Roby, com pé no chão, depois de ter sofrido muito, aprendido muito e ter tido algum êxito, eu digo para vocês, bora >> animal. E e um call to action pra gente aqui, pros tantos o pessoal mais técnico que é o nosso público alvo aqui, como se envolver, como saber mais, né? Tipo, eu tô para chamar o Gladston aqui na para dar um talk da IC5 faz um tempo, inclusive eu até vacilei com ele numa

data. Eu acho que ficou bravo comigo. Eu vou pedir para você fazer a introdução aqui na próxima. Mas como que você acha que a gente consegue se envolver mais? Tá mais próximo, né? para entender e conseguir compa, você sabe, né? Você tipo botar um resolver um problema aí de qualquer coisa, >> sai. O o call to action é vamos dar show. Eh, e quais são as minhas sugestões para isso, né? A primeira delas ela é muito simples. Eu acho que a gente criar um conteúdo, vocês vocês aqui estão fazendo isso, vocês estão trazendo essa informação, né? Para aproximar os mundos, vai acelerar o desenvolvimento da rede. Então, qual é o call to action? olhar o GitHub da RBB.

A RB tá numa fase agora, né, de discutir coisas como governança da rede, critério de participação, a gente pode fazer bootcamp relacionado à própria rede, a gente pode propor jornadas, né, de inovação para trazer novos produtos para rodarem nessa blockchain, né? Então assim, muito simples. Um, dá uma olhada no KitHub que tá aí. e dois, a gente pode eh propor uma agenda educacional de formação relacionada, né, ao desenvolvimento dessas soluções que sejam de interesse público. O Plexus, Roby, só um último assunto, a gente realizou, a gente foi responsável por organizar e fazer os três primeiros

workshops da RB volto. Eles foram amadurecendo, né, ao longo desse ano. Sol que puxou, nessa grande sol que puxou essa essa vertente. E aí foi super interessante porque a gente pela primeira vez ali deu aula para eh um público mais ou menos de 30 pessoas cada uma das vezes. E basicamente quem tava presente, eu vou te dizer quem eram, eram desenvolvedores do setor público. Eu acho que é importante ter a gente dentro dessa sala também, mais de nós sentando ali do lado e ajudando, né, a desmistificar. e também ouvindo deles, né, algumas questões de importantíssimas de segurança e de privacidade, de por

que essas histórias têm tanta dificuldade de serem, né, eh eh essas soluções têm tanta dificuldade para serem aceitas dentro do mundo real, falando especificamente de privacidade, falando especificamente de segurança. Esses são os dois pontos que saíram em todos os jornais, me corrijam se eu tiver errada, como a razão pela qual a iniciativa eh do do Drex não foi paraa frente. Aqui não é uma questão de apoiar o Drex ou não apoiar o Drex, não é uma questão de gostar de CBDC ou não gostar de CBDC, é uma questão de ouvir que mesmo para qualquer outra eh eh solução que hoje em dia vá paraa frente, existe um nível de criticidade e um entendimento do ponto de vista eh da máquina pública, me parece de que a

blockchain é uma coisa que possibilita em na conformidade com a lei a privacidade e a segurança, coisas que eu acho que a gente discorda. Então, eu acho importante se posicionar. saímos lá da Dev Connect e com uma conferência extremamente focada em privacidade. Eu falei tudo que eu contei aqui para vocês eh na na sexta-feira eh no main stage lá da conferência de privacidade. Quanto esse caso de uso, posso botar aqui o link? Porque eu faço umas considerações exatamente nesse lugar. Rob dizendo, tá na hora de falar de privacidade, tá na hora de falar de segurança para questões de infraestrutura pública digital no Brasil, porque acabamos de não conseguir responder isso em um dos fóruns, um dos casos de uso agora.

Eh, e eu acho que minha opinião, eu concordo, eh, tando também como quem teve próximo do Drex, né, porque a gente trabalhou direto no, no em um dos projetos lá, eh, eu acho que o Brasil ele foi muito à frente do tempo. Tipo assim, a gente tava falando disso antes do Vitalic trazer, da Dev Connect ser o tema, né, ser a narrativa da vez ali. E eu acho que tipo o que o Drex tentou fazer assim, eu vi o pessoal do Fábio Araújo assim tendo reunião com a Phoenix, pessoal da Zama, eles trocando e-mail assim, né, tipo de perto, porque foi uma grande oportunidade pra galera da privacidade sair só da teoria e falar, tá, no caso de uso real, que que eu

preciso tá privado? É tudo privado, não. Ó, a lei LGPD XPTO aqui precisa de tais parâmetros. Eu acho que aterrou muito pro pro pessoal que só ficava na teoria da da privacidade. Eh, e é muito legal ver que a gente tem essa esperança, né, de continuar com com RB, de não foi de não, entre aspas, não foi tudo por água baixo ainda. >> E tô falando aqui de um >> desculpa, >> não tô falando aqui de um lugar de de humildade mesmo e e reconhecendo tudo isso. E tem outra questão também, Roby.

O DREX é um caso de uso muito grande, independentemente de outra coisa. A gente tá falando de uma infraestrutura de um de um país inteiro com 200 milhões de pessoas. Tem vários outros casos de uso na web 3, na interseção comum do real, que são, né, enfim, que podem trazer benefício e que são muito menores e que a gente consegue implementar e e provar diferentes coisas. E mais do que isso, criar Rober, a gente tá falando de criar uma metodologia, criar parâmetro e testar e testar com coisas que estejam alinhados em propósito a proteção eh da privacidade, as questões de segurança e impacto no mundo real e não só o financeiro per >> total.

Bem, gente, alguém tem alguma pergunta para pra Mila da visão dela de sobre o projeto, tanto a Plexus, né, quanto a a RBB? E aí assim sobre a gente, eu acho que a gente tem que a gente até tem que conversar, né? E vamos marcar agora que final do ano, começo do ano aí ainda tá menos loucura. A gente marca um catchup nosso paraa gente ver como o que fazer, né? Como colaborar, o que que a gente pode ajudar.

>> Alegria, contem conosco. >> Show, gente. A gente estourou aí o tempo das 9. Eh, foi animal. Obrigado. Aí começamos com 18 aí metade os nove sobreviventes vai ficar gravado. E que mais, Chi? Que que você quer? >> É isso. Vai ficar gravado >> e a última meetap do ano até janeiro. 26.

Boa, janeiro. Provavelmente, acho que o primeiro tema do ano vai ser uso de AI em ferramenta de desenvolvimento do dia a dia. Dois convidados confirmados aí, é o Denis da Nethermind, que também trabalhou no projeto do Drex, inclusive parei, ele ajudou em uma parte do Drexa de Infra. E o eh esque Adriano da Trust Wallet. Trust Wallet é uma wallet cara gigante assim assim pau a pau com metamesk número de usuários. Eles foram comprados acho que 30% pela Binance. É coisa assim de milhões de usuários. Então eles têm uma

infra muito interessante ouvir de um dev lá de dentro como que eles estão usando o AI no dia a dia. Então vai ser esses dois convidados com tema de AI e desenvolvimento. >> Top. Ô maneiro, >> gente. Valeu. >> É, boa noite. Boa noite. >> Boas festas. >> É, exatamente. Nossa, nem vendo que >> tchau, pessoal. Valeu, gente. Valeu, pessoal.